terça-feira, 10 de novembro de 2009

Fidelidade e Submissão


“...Não me instes para que te deixe, e me obrigue a não seguir-te; porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu, e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra cousa que não seja a morte me separar de ti” (Rute 1.16-17)

Isso é fidelidade. É o que Deus deseja que tenhamos dentro dos nossos corações, fazendo parte do nosso caráter. Meu amigo leitor, como é que se pode descobrir a pessoa fiel? Quando vemos sua fidelidade a Deus. A mulher é o símbolo da Igreja. O marido representa o Senhor Jesus e ambos formam um só corpo. Você mulher, que é dona-de-casa, entenderá bem essa comparação: num purê, cozinham-se primeiro as batatas. Assim é o namoro. Depois que o casal conhece bem o caráter um do outro, quando um passa o seu perfume para o outro, através do amor, da consideração, então partem para o casamento. É justamente como se amassássemos aquelas batatas, transformando-as num purê. É claro que se amassarmos sem acrescentar mais alguma coisa, o purê ficará sem gosto.

É por isso que o leite é importante e, na nossa comparação, o leite é o Espírito Santo, o qual faz a união. No purê, as batatas se ligam de tal forma que ficam irreconhecíveis. Assim é no casamento. Os dois se tornam um só corpo.

A Bíblia diz: “As mulheres sejam submissas a seus próprios maridos, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas a seus maridos” (Efésios 5.22).

Ora, a submissão da qual nos fala a Palavra de Deus não é aquela tipo “capacho”. Não signi-
fica que o marido possa chegar lhe impondo tudo que deseja, todos os seus caprichos. Absoluta-mente não.

O marido não pode e não deve considerar sua esposa tal qual escrava; pelo contrário, ela é
aquela doçura de pessoa, a qual faz parte do seu eu. Tudo que acontecer com ela, acontece com ele, porque são um só corpo. Ela é submissa no amor. O coração dela está sob o coração dele; ela é de Deus, tanto quanto ele.

Ambos, marido e mulher, têm de estar com suas vidas nas mãos de Deus. Ele aparece no
púlpito, pregando, orando pelo povo. Ela está por detrás dele, dando-lhe apoio, força, estimu-
lando sua fé, orando e jejuando por ele, o qual, por sua vez, tem a obrigação de amá-la, porque estará amando a si próprio.

Efésios 5.28-29 diz: “Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como a seus
próprios corpos. Quem ama a sua esposa, a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes se alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja”.
É bem verdade que o homem normalmente gosta de amar muitas mulheres. Esse, entretanto,
não é o homem de Deus, o qual é fiel à sua esposa, porque vê nela a Igreja, assim como ele
representa Jesus.


Mensagem do blog do Bispo Macedo

O Nome de Deus


Deus não revelou Seu nome quando chamou Abraão, apenas o mandou deixar sua terra, sua parentela e a casa de seus pais para ir a uma terra distante. A obediência incondicional de Abraão deu origem a uma parceria que, mais tarde, viria estabelecer o referencial do único e verdadeiro Deus: o Deus de Abraão.

Na chamada de Moisés não houve as mesmas características da de Abraão. Ele resistiu à convocação e um dos pretextos foi querer saber o nome de Deus. Mas o Senhor Se identificou dizendo: “Eu Sou o que Sou.” Isto é, Ele não revelou o Seu nome. Essa frase O identifica como autoexistente, eterno.

No manuscrito original, a frase “Eu Sou o que Sou” é chamada de tetragramatom, palavra formada pelo grupo de quatro consoantes: YHWH, no hebraico, e JHVH, na língua portuguesa.

Diante da impossibilidade de se pronunciar tal nome, no quinto ou sexto século depois de Cristo, um monge católico acrescentou as vogais e, o, a. Desde então, JHVH tornou-se Jeová. O mesmo se deu em relação à língua hebraica: Javeh. Essa mudança removeu o sentido original e fez nascer o nome de mais um deus, uma verdadeira heresia do ponto de vista da minha fé. Recuso-me a aceitá-los.

Mas o fato é que, até o nascimento de Jesus, nenhum patriarca, profeta ou líder espiritual de Israel, por mais santo e íntimo de Deus, recebeu a revelação do Seu nome. Nem mesmo Noé, Jó ou Daniel. (Ezequiel 14.14-20)

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Meu Encontro com Deus


Tudo que eu tenho de mais maravilhoso é minha comunhão com Deus,eu me lembro como se fosse hoje o dia do meu encontro com Deus.
Eu estava buscando em uma manha de domingo estava nos meu primeiros meses na igreja ja havia me batizado nas aguas e me entregado totalmente nas mãos de Deus eu comecei a me lembrar dos meu erros do passado e comecei a ter nojo de tudo,a me arrepender senti vontade de chorar derrepente senti uma dor muito forte foi uma cirurgia espiritual aos poucos aquele dor foi sumindo e deu lugar a uma paz interior e uma certeza muito grande de que Deus era comigo e que ele tinha me perdoado pelos erros do passado trago essa certeza comigo ate o dia de hoje e quando vejo que estou precisando me renovo em Espirito e em Verdade éssa é a minha maior Vitória o que tem me feito permanecer voce meu amigo que lê essa mensagem se ainda não teve esse encontre busque Deus abençõe tenha um dia abençoado por Deus.